РУССЛИЙ

domingo, 25 de março de 2012

Serguey Bobkov e sua arte

Serguey Bobkov esculpindo
Serguey Bobkov de 53 anos, um russo da cidade Siberiana de Kozhany, patenteou uma técnica única de esculturas criadas a partir de lascas de cedro siberiano.  "Não é muito interessante fazer o que os outros fazem. É mais inspirador criar algo inteiramente novo” declara Bobkov, explicando essa única forma de arte de sua criação.


Diz que algumas pessoas comparam sua arte com taxidermia, porque os animais se parecem tanto com os verdadeiros, mas acredita que são tão diferentes como a luz da escuridão, já que a taxidermia lida com a morte e sua arte em madeira simboliza a vida.

Sua técnica consiste na criação de cerca de 100-150 lascas de madeira, com cerca de 8 a 11 centímetros de comprimento que coloca em água por vários dias.  Então, fazendo uso de sua precisão cirúrgica, ele molda as lascas da maneira que precisa para formar as esculturas.

O artista plástico vem trabalhando nisso há algum tempo, mas até agora só criou onze esculturas, pois apenas uma das peças levou seis meses para ser terminada, a um ritmo de 10 a 12 horas de trabalho diário, sem folgas semanais.
Serguey Bobkov em seu atelier

Serguey Bobkov concentra-se em esculpir criaturas selvagens, cuja anatomia estuda durante meses, antes de começar a trabalhar em uma peça.  Mesmo tendo recebido ofertas de cerca de U.S.$ 17.000 pela peça representando uma água, se recusou a vendê-la afirmando que sua arte não está à venda.



Ontem na Sibéria...

... competidores amadores russos usam uma troika, charrete com três cavalos alinhados, durante corrida neste sábado, 24 de março de 2012 no lago congelado Yenisei, novilarejo de Novosyolovo, Sibéria, Rússia.
...

sábado, 24 de março de 2012

Bom passeio!

Recomendamos esse por ser um oásis no meio da selva de pedra, um lugar com muito verde, tranquilo e agradável, que foi residência do arquiteto russo Gregori Warchavchik.




A Casa Modernista da Rua Santa Cruz, de autoria do arquiteto de origem russa Gregori Warchavchik (1896–1972), projetada em 1927 e construída em 1928, é considerada a primeira obra de arquitetura moderna implantada no Brasil.

Assim começa o texto no site:
 http://www.museudacidade.sp.gov.br/casamodernista.php que vocês podem acessar para obter maiores informações.  O local já foi restaurado em parte e é está aberto à visitação para apreciar a construção em meio ao belo jardim.  É possível agendar visitas monitoradas através do telefone 5083-3232.

Serviço:
Casa Modernista
Rua Santa Cruz, 325
Vila Mariana
(próximo à Estação do Metrô Santa Cruz)
Grátis – terça a domingo -  9 às 17h.

sábado, 17 de março de 2012

Maio trará o Virsky...

...e os ingressos para esse balé já estão disponíveis a partir do dia 19 de março (nesta segunda) através do site www.ingressorapido.com.br, pelo telefone 3397-0327 ou na bilheteria.


Serviço:
Companhia de Dança Ucraniana Virsky
Theatro Municipal
entre 1º e 4 de maio de 2012
Ingressos: R$80,00 a R$180,00.
Telefone: 3397-0327
Compra de ingressos pelo site: http://www.ingressorapido.com.br/Evento.aspx?ID=19728

Sinopse (transcrito do site: www.oscorujas.com.br):

Uma das mais tradicionais companhias de dança europeias, o Balé Nacional da Ucrânia – VIRSKY – chega ao país em abril para uma extensa turnê pelo Brasil.
As cores brilhantes, as coreografias de tirar o fôlego, a riqueza e a originalidade de suas apresentações – esse é o mundo de Virsky, carregado de paixão e poesia, com espetáculos vibrantes que emocionam e encantam as plateias do mundo todo com suas cores, sua alegria e energia.
Foi essa interação única com a plateia que fez da Virsky – Balé Nacional da Ucrânia, uma das principais companhias de dança da Europa e um dos mais aclamados grupos de danças nacionais do mundo.
Batizada com o nome de seu fundador, Pavlo Virsky, a companhia vem se destacando pelo seu virtuosismo e pela magia de seu repertório, acumulado em 75 anos de tradição.
Em abril, a companhia chega ao Brasil para uma extensa turnê com produção da Dell’Arte Soluções Culturais. Eles se apresentarão no Rio de Janeiro (17 e 18 de abril, Teatro João Caetano), Novo Hamburgo (9 de abril, Teatro Feevale), Porto Alegre ( 10 e 11 de abril, Teatro Bourbon Country), Curitiba (13 e 14 de abril, Teatro Guaíra), Belo Horizonte (19 de abril, SESC Paladium), Brasília (26 e 27 de abril, Teatro Nacional), São Paulo (1, 2 e 3 e 4 de maio, Theatro Municipal) e Santos (5 de maio, Teatro Coliseu). Outras datas poderão ainda ser confirmadas para a turnê nacional.
A companhia
Considerado um dos grupos de maior prestigío no mundo, o Balé Nacional da Ucrânia reúne em suas apresentações mais de 50 bailarinos em cena e orquestra ao vivo. Foi criado em junho de 1937 pelos coreógrafos Pavel Virsky e Nicolai Bolotov.
Virsky dirigiu a companhia de 1937 a 1975, ano de sua morte, e em sua homenagem, a companhia passou a ter o seu nome – uma prova da contribuição deste artista para a dança.
A partir de 1980, Miroslav Vantoukh assume a direção da companhia. Com ele se reconstruíram as danças criadas por Pavel Virsky, consideradas clássicas dentro da linguagem teatral. Para a crítica, aliás, a dupla Pavel Virsky e Miroslav Vantoukh se destaca entre os grandes criadores do século XX, por seu repertório variado e de tanta riqueza teatral.
Entre os exemplos desta obra extensa, estão o burlesco Povzounetz, a beleza incomparável da Dança das Rendilheiras e o muitas outras.
O principal objetivo do Balé Nacional da Ucrânia é pesquisar, reunir e difundir as tradições e costumes da cultura do povo ucraniano a partir do estilo de dança regional e de novas coreografias que captem o espírito do passado e do presente do país.
Partindo deste princípio, seu fundador, Pavlo Virsky, criou composições coreográficas de elevado nível artístico que serão apresentadas no Brasil, como Ucrânia minha Ucrânia, Os Marinheiros e divertida dança Kozaka Povzunets.
Ao lado destas danças estão, Dança ucraniana com o tamborim, Montes Cárpatos, Polka da Volinia, Dança Cigana, Hutsulka, Zaporozhti, Hopak (Dança Nacional) entre outras incorporadas pelo diretor Myroslav Vantukh, com grande sucesso em vários países.
Conduzidas pelo renomado músico ucraniano Alexander Cheberko, todas estas coreografias destacam o virtuosismo, agilidade, beleza e humor dos bailarinos do Balé Nacional da Ucrânia. Tudo isso faz do espetáculo de Virsky uma experiência inesquecível, pela riqueza teatral e pela beleza incomparável deste conjunto harmônico e suntuoso.
A turnê do Virsky no Brasil faz parte das comemorações dos 20 Anos das Relações Diplomáticas Brasil-Ucrânia.
CRÍTICAS
“O alto nível artístico e técnico é simplesmente avassalador. A palavra ‘profissionais’ subestima este grupo, é quase um insulto. Há muito, eles ultrapassaram a fronteira do profissionalismo e foram além.” – The New York Times
“Todos os movimentos são executados em alto nível de desempenho, apesar da complexidade e do ritmo dinâmico da música, todos trabalhando como um só. Nem parece que são dezenas de bailarinos no palco, tamanha a sincronia entre eles.” – The Washington Post “Um espetáculo com tanta destreza e dinamismo tem tudo para cativar qualquer plateia. O Balé Nacional da Ucrania é muito mais do que isso: é um sonho deslumbrante!” – Le Figaro.

quinta-feira, 8 de março de 2012

HOJE DIA INTERNACIONAL DA MULHER...

... DESEJAMOS QUE ESTE DIA SEJA ESPECIAL... e que todos os outros dias sejam dos homens para que possam paparicar cada vez mais as mulheres!!!

segunda-feira, 5 de março de 2012

Guerra e Paz, a nossa, a sua, a de Tolstoy, a de Portinari, de nós todos...

...sim, pois lá estão os dois murais de Cândido Portinari, no Memorial da América Latina, e nos remetendo à obra de Tolstoy... agora disponível em tradução feita diretamente do russo para o português.

Consultar na internet:
www.guerraepaz.org.br (é possível explorar a obra virtualmente)


Para ver a obra de Portinari:
Memorial da América Latina
Estação Barra Funda do Metrô (descer a escada e você já está no local)
Terça a domingo das 9 às 18h - GRÁTIS

Para ler a obra de Tolstoy:
Tradução de Rubens Figueiredo
Edição com 2 volumes, 2.536 páginas
Editora Cosac Naify - R$198,00.

Que a PAZ esteja em nossos corações!

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

O Terceiro Ato

Esse vídeo contém uma dica para nossa envelhescência, nós que estamos entrando no Terceiro Ato.

Para quem quer assistir ao vídeo em inglês com legendas em português, clique no link: http://www.ted.com/talks/lang/pt-br/jane_fonda_life_s_third_act.html
E abaixo está a transcrição da versão em português deste discurso feito por Jane Fonda e que pode mudar o seu roteiro de vida - de você que está entrando em seu Terceiro Ato, a Envelhescência:
Houve muitas revoluções no último século, mas, talvez, nenhuma tão significativa quanto a revolução da longevidade.  Estamos vivendo em média, hoje, 34 anos a mais do que nossos bisavós.  Pensem sobre isso.  Isso é um completo segundo período de vida adulta que foi adicionado à nossa expectativa de vida.  E ainda assim, para a maior parte, nossa cultura não se posicionou sobre o que isto significa.  Ainda estamos vivendo com o velho paradigma da idade como um arco.  Essa é a metáfora, a velha metáfora.  Você nasce, atinge o auge na meia-idade e declina para a decrepitude. (Risadas) Idade como patologia.
Mas muitas pessoas hoje – filósofos, artistas, médicos, cientistas – estão lançando um novo olhar para o que chamo de terceiro ato, as três últimas décadas da vida.  Eles percebem que isso é, na verdade, um estágio de desenvolvimento da vida com sua própria significância – tão diferente da idade madura quanto a adolescência é da infância.  E estão questionando – todos nós deveríamos estar questionando – como usamos esse tempo?  Como vivê-lo com sucesso?  Qual é a nova metáfora apropriada para envelhecimento?
Passei o último ano pesquisando e escrevendo sobre este assunto.  E descobri que uma metáfora mais adequada para envelhecimento é uma escadaria – a ascensão para o topo do espírito humano, trazendo-nos para sabedoria, completude e autenticidade.  De forma nenhuma idade como patologia; idade como potencial.  E adivinhem?  Esse potencial não é para poucos felizardos.  Acontece que a maioria das pessoas acima de 50 sente-se melhor, é menos estressada, é menos hostil, menos ansiosa.  Tendemos a ver os itens comuns mais que as diferenças.  Alguns dos estudos dizem até mesmo que somos mais felizes.
Isso não é o que eu esperava, acreditem-me.  Venho de uma longa linhagem de depressivos.  Quando me aproximava dos meus 40, assim que acordava de manhã, meus seis primeiros pensamentos eram todos negativos.  E me assustei.  Pensava, puxa vida, vou me tornar uma velhota mal-humorada.  Mas, agora que estou, de fato, precisamente no meio de meu terceiro ato, percebo que nunca fui mais feliz.  Tenho uma tremenda sensação de bem-estar.  E descobri que quando você está dentro da velhice, em vez de olhar para ela do lado de fora, o medo se aquieta.   Você nota, você ainda é você mesma – talvez até mais.  Picasso disse uma vez: “Leva um longo tempo para se tornar jovem.”
(Risadas)
Não quero romantizar o envelhecimento.  Obviamente, não há garantia de que ele seja um tempo de fruição e crescimento.  Alguma coisa disso é uma questão de sorte.  Alguma coisa disso é, obviamente, genético.  Um terço disso, de fato, é genético.  E não há muito que possamos fazer sobre isso.  Mas isso significa que, para dois terços de quão bem desempenhamos no terceiro ato, podemos fazer algo.  Vamos examinar o que podemos fazer para tornar esses anos adicionais realmente bem sucedidos e usa-los para fazer a diferença.
Deixem-me dizer algo sobre a escadaria, que parece ser uma metáfora esquisita para idosos, considerando-se o fato de que muitos idosos são desafiados por escadas. (Risadas)  Eu mesma estou incluída.  Como sabem, o mundo inteiro opera com uma lei universal: entropia, a segunda lei da termodinâmica.  Entropia significa que tudo no mundo, tudo está num estado de declínio e decadência, o arco.  Há apenas uma exceção a essa lei universal e isso é o espírito humano, que pode continuar a evoluir em direção ao topo – a escadaria – trazendo-os para completude, autenticidade e sabedoria.
E aqui está um exemplo do que quero dizer.  Essa ascensão rumo ao topo pode acontecer mesmo face a desafios físicos extremos.  Cerca de três anos atrás, li um artigo no New York Times.  Era sobre um homem chamado Neil Selinger – 57 anos de idade, um advogado aposentado – que tinha se juntado ao grupo de escritores da Faculdade Sarah Lawrence onde encontrou sua voz como escritor.  Dois anos depois, ele foi diagnosticado com esclerose amiotrófica lateral, comumente conhecida com doença de Lou Gehrig.  É uma doença terrível.  É fatal.  Ela devasta o corpo, mas a mente permanece intacta.  Em seu artigo, o sr. Selinger escreveu o seguinte para descrever o que estava acontecendo a ele.  E cito: “À medida que meus músculos enfraqueciam, minha escrita se tornava mais forte.  À medida que lentamente perdia minha fala, ganhava mais voz.  À medida que encolhia, eu crescia.  No momento em que perdi tanto, finalmente comecei a encontrar a mim mesmo.”  Neil Selinger, para mim, é a personificação da subida da escadaria em seu terceiro ato.
Todos nascemos com espírito, todos nós, mas, às vezes, ele fica soterrado debaixo dos desafios da vida, violência, abuso, negligência.  Talvez nossos pais sofressem de depressão.  Talvez eles não fossem capazes de nos amar além daquilo que realizamos no mundo.  Talvez ainda soframos com uma dor psíquica, uma ferida.  Talvez experimentemos a sensação de que muitos de nossos relacionamentos não tiveram uma conclusão.  E assim podemos nos sentir inacabados.  Talvez a tarefa do terceiro ato seja terminar a tarefa de encerrar a nós mesmos.
Para mim, ela começou quando me aproximava do meu terceiro ato, meu aniversário de 60 anos.  Como era para eu viver?  O que era para eu realizar nesse ato final?  E percebi que, a fim de saber para onde estava indo, eu tinha que saber onde estivera.  Então, voltei e estudei meus dois primeiros atos, tentando ver quem eu era na época, quem eu realmente era – não quem meus pais ou outras pessoas me disseram que eu era, ou me trataram como se eu fosse.  Mas, quem era eu?  Quem foram meus pais – não como pais, mas como pessoas?  Quem foram meus avós?  Como eles trataram meus pais?  Esse tipo de coisas.
Descobri alguns anos atrás que esse processo pelo qual passei é chamado pelos psicólogos “fazer uma análise da vida”.  E dizem que ela pode dar nova significância, clareza e sentido à vida de uma pessoa.  Você pode descobrir, como eu, que muitas coisas que você costumava pensar que eram falha sua, muitas coisas que costumava pensar sobre você mesma, na verdade não tinham nada a ver com você.  Não era falha sua; você estava bem.  E você é capaz de voltar e perdoa-los, e perdoar a você mesma.  Você é capaz de se libertar de seu passado.  Você pode mudar sua relação com o passado.
Enquanto estava escrevendo sobre isso, encontrei um livro chamado “Em Busca de Sentido” de Viktor Frankl.  Viktor Frankl foi um psiquiatra alemão que passou cinco anos em um campo de concentração nazista.  E ele escreveu que, enquanto estava no campo de concentração, ele poderia dizer, se eles fossem libertados, quais pessoas estariam ok e quais não estariam.  E ele escreveu isto: “Tudo que você tem na vida pode ser tirado de você exceto uma coisa, sua liberdade de escolher como você responderá à situação.  Isso é o que determina a qualidade de vida que vivemos – não se formos ricos ou pobres, famosos ou anônimos, saudáveis ou sofredores.  O que determina nossa qualidade de vida é como nos relacionamos a essas realidades, que tipo de significado atribuímos a elas, que tipo de atitude mantemos sobre elas, que estado mental permitirmos que elas incitem.”
Talvez o objetivo principal do terceiro ato seja voltar e tentar, se apropriado, mudar nossa relação com o passado.  Acontece que estudos cognitivos demonstram que, quando somos capazes de proceder assim, isso se manifesta neurologicamente – caminhos neurais são criados no cérebro.  Veja, se você, ao longo do tempo, reagiu negativamente a eventos passados e a pessoas, caminhos neurais são configurados por sinais químicos e elétricos que são enviados através do cérebro.  E com o tempo, esses caminhos neurais se estabelecem, eles se transformam na norma – mesmo se são ruins para nós porque nos causam estresse e ansiedade.
Contudo, se pudermos voltar e alterar nossa relação, reavaliar nosso relacionamento com pessoas e eventos do passado, os caminhos neurais podem mudar.  E se pudermos manter sentimentos mais positivos sobre o passado, isso se torna o novo modelo.  É como reajustar o termostato.  Não é ter experiências que nos torna sábios, é refletir sobre as experiências que tivemos que nos faz sábios – e que nos ajuda a ser completos, traz sabedoria e autenticidade.  Isto ajuda a nos tornar o que poderíamos ter sido.
Mulheres começam completas, não começamos?  Quero dizer, como meninas, começamos irritadiças – “É, quem disse?”  Temos atuação.  Somos os sujeitos de nossas próprias vidas.  Mas muito frequentemente, muitas, se não a maioria de nós, quando alcançamos a puberdade, começamos a nos preocupar com ajustar-nos e sermos populares.  E nos tornamos os sujeitos e objetos da vida de outras pessoas.  Agora, em nosso terceiro ato, talvez seja possível para nós percorrer de volta o círculo até onde começamos e conhece-lo pela primeira vez.  E se pudermos fazer isso, não será apenas para nós mesmas.  Mulheres mais velhas são o maior contingente demográfico no mundo.  Se pudermos voltar e redefinir a nós mesmas e nos tornar completas, isso criará uma mudança cultural no mundo, e dará um exemplo às gerações mais jovens para que elas possam repensar suas próprias expectativas de vida.
Muito obrigada.
(Aplausos)