РУССЛИЙ

segunda-feira, 13 de março de 2017

quinta-feira, 22 de dezembro de 2016

LANÇAMENTO DO LIVRO "IMIGRANTES RUSSOS NO BRASIL"


No lançamento do livro  em 17/12/2016 no Taubaté Country Club, na cidade de Taubaté, no Vale do Paraíba, compareceram  além do ex-prefeito, Sr. José Bernardo Ortiz, o General Marcio de Moura Barros, e 50 colegas de diversos institutos educacionais de Taubaté,  do coordenador Igor Chnee.

Sra. Galina Chevtchuk e Sr. Igor Chnee
Além da presença acima mencionada compareceram da diáspora russa a Presidente do Conselho Coordenador dos Compatriotas Russos  no Brasil, Sra. Galina Chevtchuk e o Presidente da Associação dos Russos do Vale do Paraíba, Sr. Viktor Alekseyievich Pastouchov e´, uma dezena de sócios da sua organização denominada “VESNA” (PRIMAVERA).

O evento foi abrilhantado com músicas Russo e Brasileiro e servido um cocktail aos presentes, que foi considerado pela imprensa local, um sucesso.

Sr. Adalberto Comiran, Sra.Galina Chevtchuk,
Sr. Viktor Pastouchov e Sra., e Sra.Liudmila Comiran






O motivo pelo qual a cidade de Taubaté foi escolhida para o lançamento do livro se deve ao fato do Sr. Igor Chnee ter vivido, estudado e trabalhado nessa cidade, desde a sua chegada ao Brasil (da Europa) de 1949 a 1969.



"INTRODUÇÃO

Os motivos que nos levaram a escrever este livro, a respeito dos imigrantes de origem russa, foram vários. No entanto, o principal deles foi deixar para as futuras gerações um histórico da colaboração das gerações precedentes no desenvolvimento do Brasil. Muitos especialistas, engenheiros, artistas e professores, deixaram legados positivos, assim como introduziram no mercado nacional novos produtos, ciências e artes.
            Outro motivador foi não deixar no ostracismo o esforço e a dedicação com a qual se empenharam os imigrantes russos em se integrar na vida nacional. A grande maioria resolveu adotar o Brasil como a sua segunda pátria e obteve a nacionalidade brasileira, integrando-se ao povo local via casamentos ou associações com cidadãos locais.
Temos que deixar registrado aqui também a amabilidade e amizade com a qual fomos recebidos pela população local. Não raras vezes, considerando os imigrantes uma dádiva ao povo brasileiro e dessa forma, exceder as expectativas dos “bichos d´água”(assim carinhosamente denominados os que vieram atravessando os oceanos).
Agradecemos às autoridades brasileiras pela concessão de várias honrarias aos imigrantes russos, tais como: construção de monumentos, outorgas honoríficas de cidadãos brasileiros, denominação de várias salas em Universidades locais, denominações de museus e mais de quinhentas ruas com nomes russos.

São Paulo, outubro 2016

         Igor Chnee
                                                                  Coordenador deste livro   "
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terça-feira, 8 de novembro de 2016

POVOS UNIDOS PELA FÉ RELIGIOSIDADE é a marca de duas cidades no noroeste do Estado

Publicado no Jornal Zero Hora, terça-feira, 01 de novembro de 2016

#PartiuRS é uma série multimídia que mostra as belezas do Estado do Rio Grande do Sul. Além do ZH Viagem, a série pode ser acompanhada aos sábados, no Jornal do Almoço, da RBS TV, e no Supersábado, da Rádio Gaúcha, e em um site especial no G1. A coordenação é de Mariana Pessin (mariana.pessin@rbstv.com.br)




Mauricio Rebellato
mauricio.rebellato@rbstv.com.br

"A fé da cultura alemã e as tradições da Igreja Ortodoxa russa, preservadas há mais de cem anos no Estado, são destaque em duas cidades do noroeste gaúcho.


Nosso primeiro destino foi São Pedro do Butiá. Saindo de carro de Porto Alegre, são cerca de seis horas e meia de estrada em direção à Região das Missões. A viagem é longa, mas o município de colonização alemã, com 3 mil habitantes, reserva boas surpresas.

Em São Pedro do Butiá, uma grande estátua
 homenageia o santo que deu nome a cidade
- Nossa comunidade foi construída  de acordo com a cultura que os alemães trouxeram para cá. Então, como era comum, construíram uma capela e, depois, um templo maior – conta a moradora Velida Inês Schneider.

Essa história pode ser conferida no Centro Germânico,  um espaço de quatro hectares com imagens de santos e peças como um oratório de 1920. Há também a Praça dos Apóstolos, que revela esculturas dos 12 discípulos de Jesus.  São cenários tranquilos e inspiradores em meio à natureza. A aposentada Maria Madalena Feix diz que já teve graças alcançadas por intermédio de São Pedro, que dá nome à cidade.

- Sempre rezo por ele, porque ele é imenso aqui no Butiá.

Imenso não só pelo poder que os devotos atribuem a ele, mas também pela estátua de 30 metros que é a principal atração do centro. A obra é do mesmo tamanho do Cristo Redentor do Rio de Janeiro.  Se de fora impressiona, por dentro encanta e convida à oração. No interior da estátua, os visitantes são recebidos pelo grupo folclórico da cidade.

O pilar que sustenta a obra é uma cruz missioneira, a maior de toda a região, com 10 metros de altura. No espaço, há pedras, água e objetos que vieram do Mar da Galileia, onde Pedro  era pescador. É possível, ainda,  subir os 30 metros da estátua, em um caminho que conduz os visitantes a espaços de oração, obras sacras e grutas. Depois dos 94 degraus, chega-se aos ombros de São Pedro, lugar com vista para toda a cidade.

No Centro, os turistas também se integram à alegria germânica e podem almoçar em restaurante típico (entre R$ 22 a R$ 27), construído em 1925.


O BERÇO DA IMIGRAÇÃO RUSSA

Moradores podem guiar passeio pelo cemitério russo de Campina das Missões

Seguindo viagem, a BR-392 e a ERS-168 nos levam até Campina das Missões, considerado o berço da imigração russa no Estado. Em 1909, os primeiros imigrantes chegaram ao município, que hoje tem 6 mil habitantes, trazendo não somente a vontade de trabalhar, mas também algo muito forte para eles: a fé da igreja ortodoxa.

No centro da cidade, há um monumento a São Vladimir, santo da igreja ortodoxa. Por ali, visitamos a casa da família Zabolotsky, de  descendentes de imigrantes russos, onde os costumes são preservados . a lampatca, luz que fica acesa permanentemente em um oratório no canto da sala, representa a presença de Deus no lugar.

- Procuramos manter essas tradições, esse legado que foi trazido por nossos pais e avós. Então, cultuamos dentro de casa também, para fazer as orações antes de dormir – afirma Jacinto Anatólio Zabolotsky, presidente da Associação Cultural Volga Russa do Brasil.

Dirigindo cinco quilômetros por uma estrada de chão, chegamos a uma comunidade que ainda abriga cerca de cem famílias de descendentes russos. A primeira igreja russa do Brasil foi construída ali, em 1912, mas a que está em pé hoje é datada de 1950. Dentro, não existem imagens, somente ícones.  Em cima, a cúpula divina, que marca as construções ortodoxas e simboliza o esplendor de Deus, De fora, o que nos chama a atenção são os cantos e as orações.

Metade da liturgia, é feita em russo, com o padre virado para o Oriente. Homens sentam de um lado, mulheres do outro, e elas precisam usar um lenço, em sinal de respeito. Dá para participar da celebração ou conhecer a história da imigração acompanhado de moradores (agendamentos pelo telefone 55 3567-1179). O agricultor aposentado Laurencio Tozeviche  mostra lugares como o cemitério russo.

- É para não ficar esquecido. É para ficar vivo na história.

A cada túmulo, a história de uma família de imigrantes russos que escolheu a região para viver. São sepulturas centenárias, assim como uma cruz que está lá há 114 anos. Ela tem uma lança, lembrando a que foi cravada no peito de Jesus, e uma escada, forma de pedir que quem foi sepultado aqui suba direto para o céu."

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terça-feira, 18 de outubro de 2016

FESTA PATRONAL DA IGREJA ORTODOXA FOI UM SUCESSO, SUPERANDO AS EXPECTATIVAS

Transcrição do Jornal A Gazeta do Povo de 14/10/2016







"No último domingo, 09 de outubro, foi comemorado, com júbilo, o dia do Patrono da Igreja Ortodoxa Apóstolo São João Evangelista – 104 anos (1912-2016), o Dia do Município de Campina das Missões, 53º Aniversário e o dia da Etnia Russa ( Lei Est. Nº 13.156/2009).

As festividades iniciaram no sábado dia 8, as 14h na Praça São Vladimir na cidade de Campina das Missões, com a benção de Sua Eminência Metropolita (=Cardeal), Dom Ignácio em sua primeira visita oficial ao município. Comemoração com orações para assinalar a data comemorativa, com presença de vários sacerdotes e membros da Diretoria da Igreja, da comunidade, do atual prefeito e do eleito.


No domingo, 09, foi oficiada a Divina Liturgia de Ação de Graças em comemoração aos eventos citados, presidida por Sua Eminência Metropolita Dom Ignácio,  concelebrada pelos sacerdotes Viktor Ivanik, Pe. Anatólio Topala de Porto Alegre e do Pe. Bartolomé, de Oberá/Argentina.
O almoço de confraternização no salão paroquial ortodoxo foram  servidas para cerca de 500 pessoas, com presença de várias autoridades eclesiásticas, do Prefeito Municipal Ademir Renato Nedel e da região, dentre os quais o Vice-prefeito de Santa Rosa, Dr. Luiz Antonio Benvegnú.

Após o almoço, os presentes foram brindados com show do Grupo Folclórico Troyka e a seguir foi apresentado pela Rádio Ativa FM o programa Domingaço, onde se apresentaram vários artistas, dentre os quais o Gugu Gaiteiro, que com seu acordeom executou e cantou duas músicas no idioma russo: Katiuscha e Kalinga.


Delegações de Porto Alegre, Novo Hamburgo, Vila Nova do Sul, da comunidade local e dos municípios da região do grande Santa Rosa prestigiaram o evento, que superou as expectativas, pois na parte tarde mais de mil pessoas se fizeram presentes no sarau dançante, animado  pelo musical Atração.



A diretoria da Igreja Ortodoxa, vem por este seminário registrar os sinceros agradecimentos a todos que colaboraram e prestigiaram o evento, principalmente aos organizadores e colaboradores que não mediram esforços para o brilho da festa, especial ao Jornal A Gazeta do Povo, pela divulgação do evento, convidando para o dia 08 de outubro de 2017, para a grandiosa festa dos 105 anos da Igreja, com grandes atrações que vão surpreender a todos!"